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Títulos por editor: Campo das Letras
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1 Lynx  -  CARVALHO, Paulo Eduardo
Ricardo Pais : actos e variedades / Paulo Eduardo Carvalho . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 336 p. ; 22,1x26,5 cm. - (Álbuns)


  CARVALHO, PAULO EDUARDO   PAULO EDUARDO CARVALHO   CDU 792
2 Lynx  -  COELHO, Maria Helena da Cruz ; RÊPAS, Luís Miguel
Um cruzamento de fronteiras : o discurso dos concelhos da Guarda em cortes / Maria Helena da Cruz Coelho, Luís Miguel Rêpas . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 226 p. ; 20x24,5 cm. - (Iberografias)


  COELHO, MARIA HELENA DA CRUZ   LUIS MIGUEL REPAS   MARIA HELENA DA CRUZ COELHO   REPAS, LUIS MIGUEL   CDU 93
3 Lynx  -  FONSECA, Ricardo
Ricardo Fonseca : registo do olhar / Ricardo Fonseca . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 200 p. ; 24x30 cm. - (Álbuns)
São as viagens de Ricardo Fonseca, para diferentes e longínquos destinos, que têm organizado os seus projectos fotográficos e motivado a edição de livros. Temáticos, os seus álbuns registam imagens resultantes de longas estadias ou de deslocações mais curtas. No caso do presente livro, o fotógrafo apresenta-nos um panorama mais abrangente e um olhar nómada que reúne fotografias realizadas um pouco por todo o mundo.


  FONSECA, RICARDO   RICARDO FONSECA   CDU 77
4 Lynx  -  GIL, Carmen
Por que damos beijos? / Carmen Gil . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 32 p. ; 15,5x21,5 cm. - (Fora de Colecção)
Quando era mais pequeno, estava sempre a perguntar: Porquê? Porquê? Porquê? Já tenho 7 anos e não faço tantas perguntas, mas tenho ainda muitos "porquês" sem resposta. Agora leio bastante e cada vez gosto mais. E tenho amigos e amigas que lêem tanto como eu. Um beijo, dois, na face, na boca, com o nariz… mas afinal "Por que damos beijos?" Descobre a resposta com a ajuda do Roberto e aprende também algumas das formas de cumprimentar que existem no mundo.


  CARMEN GIL   GIL, CARMEN   CDU 82-3
5 Lynx  -  MESQUITA, Paula Elyseu
O que billy quer vestir : dinâmicas sociossexuais em Willa Cather e William Faulkner / Paula Elyseu Mesquita . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 256 p. ; 13,5x21 cm. - (Ensaio)
Noções de construção, artifício, dissimulação, reinvenção e teatralidade, tão centrais às experiências pessoais de Willa Cather e de William Faulkner, marcam a ficção de ambos, num jogo fascinante em que a arte imita a vida que imita a arte. Este livro questiona perspectivas unilaterais sobre a representação das identidades sexuais nas obras destes autores e visa fortalecer nos respectivos campos críticos uma espécie de princípio de incerteza. Cather e Faulkner produziram obras extensas e complexas através de muitas e convulsas décadas, e deve realçar-se as hesitações, avanços, recuos e as contradições ideológicas em diferentes momentos das suas vidas e da sua escrita.


  MESQUITA, PAULA ELYSEU   PAULA ELYSEU MESQUITA   CDU 82-4
6 Lynx  -  FERRA, António
A palavra passe / António Ferra . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 64 p. ; 13.5x21 cm. - (Portugueses)
Tentado a questionar-se sobre a necessidade de saber que tempo, afinal, vivemos, nós, quis António Ferra fazer do seu discurso, não um efeito de estilo, mas um processo de comunicação poética concretamente dirigido à consciência de si, que o mesmo é dizer: à consciência do tempo que somos: «(...) tudo isso está perdido dentro de mim», entenda-se: « (..) mas com uma nostalgia tramada (...)» Vergílio Alberto Vieira, do Prefácio perdi a password E se eu não me lembrasse do código do multibanco e ali ficasse de pé em frente da máquina, de mãos trémulas, a introduzir o cartão até três vezes, três vezes remexendo os bolsos da cabeça cheia de tanto material provavelmente inútil, mas que eu teimo em guardar, não vá o diabo tecê-las, no medo de deitar fora uma recordação de infância misturada com o número do bilhete de identidade, no medo de perder o registo daquele beijo interminável a preencher-me o corpo ainda sensível à memória, no medo de encontrar entre ficheiros e afectos algum trauma que ninguém removeu ainda, porque se fez de ácido e sabonete de glicerina e pó-de-talco ausonia? (uma senhora dos anos vinte a enfeitiçar-me a líbido recalcada de culpa, temores e incertezas) (...)


  ANTONIO FERRA   FERRA, ANTONIO   CDU 82-3
7 Lynx  -  O MEU PRIMEIRO LAROUSSE DO MUNDO
O meu primeiro larousse do mundo . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 180 p. ; 19,5x23,5 cm. - (Meu Primeiro Larousse)
Há tubarões e baleias em todos os mares? Quais são os animais que vivem no Pólo Norte e no Pólo Sul? De onde vem o chocolate? Quais são as maiores cidades do mundo? E as montanhas mais altas?... "O Meu Primeiro Larousse do Mundo" responde a estas e outras questões, de forma simples e divertida, graças a mapas fáceis de ler pelos mais pequenos e a mais de 1000 imagens do mundo. Um atlas ilustrado indispensável para descobrir o mundo e as suas riquezas.


  CDU 82-93
8 Lynx  -  O MEU PRIMEIRO LAROUSSE DOS DINOSSAUROS
O meu primeiro larousse dos dinossauros . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 160 p. ; 19,5x23,5 cm. - (Meu Primeiro Larousse)
"O Meu Primeiro Larousse dos Dinossauros" conta em imagens a vida quotidiana destes fascinantes animais que lembra a dos animais da actualidade: as refeições dos "Pescoços compridos", a atenção das maiassauras com as suas crias, a perigosa migração dos centrossauros na estação seca ou as batalhas entre o anquilossauro e o tiranossauro.


  CDU 82-93
9 Lynx  -  O MEU PRIMEIRO LAROUSSE DE LENDAS DA MITOLOGIA
O meu primeiro larousse de lendas da mitologia . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 192 p. ; 19,5x23,5 cm. - (Meu Primeiro Larousse)


  CDU 82-93
10 Lynx  -  TORRADO, António
Este rapaz vai longe : Fernando Lopes-Graça quando jovem / António Torrado . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 36 p. ; 21,5x21,5 cm. - (O Sol e a Lua)
Já batiam palmas no salão. Um menino de óculos e cabelo encaracolado inclinava-se, a agradecer, perante a selecta assistência da alta sociedade tomarense. O pequeno pianista chamava-se Fernando e aquele era o seu primeiro êxito. Muitos mais se lhe seguiram por toda a extensão da sua longa vida, mas aquelas palmas entusiásticas, que lhe ressoavam no peito e o faziam estremecer de alegria, ninguém mais senão ele podia avaliar quanto, em verba de lágrimas, já lhe tinham custado. Fernando Lopes-Graça (1906-1994), um dos mais destacados compositores portugueses, autor de uma imensa e muito variada produção musical (cerca de 300 obras, entre música para orquestra, para piano, para coros, etc.), nasceu em Tomar, onde viveu a infância e a juventude. As recolhas e versões da música popular portuguesa são uma parte muito importante da sua obra. Combateu a ditadura de Salazar, que abafou a liberdade em Portugal durante quase cinquenta anos (1926-1974). Sofreu prisões e o exílio. Impedido pelo regime salazarista de ser professor e de desempenhar funções públicas, viveu sobriamente, tendo por companheira a música e a afeição de inúmeros admiradores e amigos.


  ANTONIO TORRADO   TORRADO, ANTONIO   CDU 82-3
11 Lynx  -  INTERIOR RAIANO DO CENTRO DE PORTUGAL
Interior raiano do centro de Portugal : outras fronteiras, novos intercâmbios . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 444 p. ; 15x21 cm. - (Iberografias)


  CDU 3
12 Lynx  -  SANTOS, Beja
Este consumo que nos consome (olhares sobre a sociedade de consumo actual) / Beja Santos . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 250 p. ; 13,5x21 cm. - (Portugueses)
Os consumidores já não são o que eram e o consumo mudou de look e natureza. Os consumidores reconhecem a importância do imaterial do consumo, mas tornaram-se igualmente calculistas, subordinando a cadeia da produção e da distribuição a uma nova lógica de necessidades e expectativas que reflectem o novo quadro do trabalho, da estrutura familiar e do espírito associativo. O consumo é mais versátil; a hiper-escolha predomina, e os valores da ética, da transparência e da responsabilidade social pairam na atmosfera dos negócios. O consumo mudou com a Internet, com a globalização, com os confrontos entre liberais e intervencionistas a propósito dos serviços públicos, do bem comum, da segurança e das escolhas ambiental e socialmente responsáveis. "Este Consumo que Nos Consome" é uma viagem sobre os valores do consumo no nosso tempo, as novas preocupações dos consumidores, a gradual convergência entre as escolhas do consumo e a sustentabilidade, a não aceitação de uma globalização económica-financeira qualquer, a problemática do individualismo contemporâneo em choque com as manifestações de solidariedade na esfera do consumo e da cidadania. Consumidores e consumo estão implicados numa nova dinâmica que em nada acolhe os valores típicos da triunfante sociedade de consumo da segunda metade do século XX. São esses olhares sobre a sociedade de consumo actual que constituem o propósito dominante deste ensaio.


  BEJA SANTOS   SANTOS, BEJA   CDU 82-3
13 Lynx  -  MUSSA, Alberto
O enigma de Gaf / Alberto Mussa . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 224 p. ; 13.5x21 cm. - (Estrangeiros)
O enigma é o próprio árabe: a sua origem, suas tradições, seu nomadismo, seus haréns, seus algarismos, sua escrita e as múltiplas versões de uma história que por vezes soam improváveis, o que as torna ainda mais encantadoras. Nesta obra de ficção, o romancista brasileiro Alberto Mussa, no papel de um candidato a uma titulação em literatura pré-islâmica, peregrina por congressos de arabistas e pelos labirintos das bibliotecas, confrontando o que há de autêntico e de falso em textos milenares. E como se tivesse por guia um cego fabuloso chamado Jorge Luís Borges. Esta peregrinação literária resulta numa prosa poética de rara beleza, entrecortada por ensinamentos sobre um antigo e vasto Oriente, cujo imaginário fascina o ocidente. E não é só o seu ancestral mundo de montanhas lendárias, de desertos com seus ásperos ventos, de beduínos, poetas e génios mitológicos o que nos encanta. É também a escrita árabe, personagem igualmente sedutora deste "O Enigma de Qaf".


  ALBERTO MUSSA   MUSSA, ALBERTO   CDU 82-3
14 Lynx  -  HOMEM, Maria Aurora Carvalho
Discurso amoroso / Maria Aurora Carvalho Homem . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 96 p. ; 21x30 cm. - (Portugueses)
Nomeio-te em segredo e não te digo retenho-te nos olhos e tudo acende cicias-me ao ouvido e alvoroçada recolho-te na boca e tudo queima. Ardo sozinha a mão convulsionada a desenhar-te em mim


  HOMEM, MARIA AURORA CARVALHO   MARIA AURORA CARVALHO HOMEM   CDU 82-3
15 Lynx  -  SHAKESPEARE, William
O conto de inverno / William Shakespeare . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 180 p. ; 14.5x21,5 cm. - (Shakespeare p/ séc. XXI)


  SHAKESPEARE, WILLIAM   WILLIAM SHAKESPEARE   CDU 82-3
16 Lynx  -  MONGINHO, António
Das sete cidades / António Monginho . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 116 p. ; 13.5x21 cm. - (Portugueses)


  ANTONIO MONGINHO   MONGINHO, ANTONIO   CDU 82-3
17 Lynx  -  CÓRREGO, Manuel
Cem anos sem uma valsa : romance queirosiano / Manuel Córrego . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 240 p. ; 13.5x21 cm. - (Portugueses)
Sempre me fascinou a vida das personagens. Muitas ficaram aquém do que eu esperava delas, algumas foram além do papel que lhes destinara, todas me emendaram a mão num ou noutro ponto. Foi assim com Genoveva - o meu maior combate como criador. Quis transplantá-la e não o consegui. Quis esquecê-la e não mo permitiu. Quis destruí-la e opôs-se ao que seria a maior fraqueza da minha vida. Distanciava-se. Alongecia. Mas não posso esquecer a manhã penugenta em que se pôs diante de mim: - Achei! Você será a mais profunda e humana figura de mulher que consegui criar até hoje! Prometeu-me uma valsa sob os lustres e eu pedi-lhe me desse um grande amor. Não desisto! Sei que a minha vez há-de chegar. Esperarei nem que seja cem anos. Cem anos sem uma valsa! Quero estar presente quando dele se disser: "Eça de Queirós é uma compensação à decadência de Portugal."


  CORREGO, MANUEL   MANUEL CORREGO   CDU 82-3
18 Lynx  -  RIBEIRO, Manuela Costa
O catitinha / Manuela Costa Ribeiro . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 32 p. ; 21,5x21,5 cm. - (O Sol e a Lua)
"Diante de nós e do mar o Catitinha fala só. Da boca saem-lhe palavras soltas e sem nexo. Mas, perante o oceano, tudo parece fazer sentido. E as ondas escutam-no. Afastam-se e fazem silêncio para atentar nas récitas. Atrás dele um rasto de conchas, búzios e beijinhos. Um carreiro de pedras coloridas fica traçado na areia molhada. Os penedos desnudam-se das águas e descobrem a sua silhueta esverdeada, coberta de mexilhões e ouriços estáticos e preguiçosos. As rochas altivas vão-se erguendo pouco a pouco, acariciadas pelas ondas suaves e rasas." O Catitinha António Joaquim Ferreira nasceu em Torres Vedras, na freguesia de Meia Via, em 23 de Novembro de 1880. Formou-se em Direito e exerceu a profissão de notário até ao dia em que morreu a sua única filha. Enlouquecido pelo desgosto, dedicou o resto da sua vida a percorrer as praias do país, com o objectivo de proteger as crianças, a quem foi dedicando os seus afectos. Conhecido por todos como o Catitinha, não dispensava apito e bengala, que o tornaram mais forte, o ajudaram a extravasar as suas emoções. Apitava aos carros para que parassem. E se lhe desobedeciam, o mais certo era levarem umas bengaladas. É conhecido de norte a sul, mas há quem diga que a praia da Póvoa era uma das suas preferidas e aquela onde passava mais tempo. De resto, são muitos os poveiros que ainda hoje o recordam com saudade e respeito. Este livro pretende ser, pois, uma homenagem a uma infância perdida no tempo que se foi escondendo das suas figuras sem, no entanto, as esquecer.


  MANUELA COSTA RIBEIRO   RIBEIRO, MANUELA COSTA   CDU 82-3
19 Lynx  -  MACHADO, Alice
À sombra das montanhas esquecidas / Alice Machado . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 128 p. ; 13,5x21 cm. - (Portugueses)
Para não me ver partir, Rafael escondeu o rosto contra a terra, e ficou assim, imóvel, como morto, estendido na erva seca. Dolorosamente separei-me dele, deixando-o ali, no insuportável silêncio da ribeira. Ferida, dilacerada no mais profundo da minha alma, retomei o caminho da aldeia. Por cima das montanhas o céu estava negro, ameaçador, e o ar estava coberto com um forte cheiro a tempestade e a amoras selvagens. Em meu redor, as folhas mortas de Setembro caíam tristemente sobre a terra. Rafael ainda estava ali, só, e eu caminhava, caminhava em direcção à sua ausência. Ele partia para as colónias, para aquela guerra que já tinha matado Francisco, Albino, o irmão de Carlos, e tantos outros que eu não conhecia. Eu temia por Tino, por Florêncio. Um dia, também eles acabariam por embarcar nesse satânico barco branco. «Maldita seja a guerra!», gritei, «maldito seja esse monstro que para não morrer devora o sangue e a carne da vida!...»


  ALICE MACHADO   MACHADO, ALICE   CDU 82-3
20 Lynx  -  CENTRO DE ESTUDOS AFRICANOS DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Trabalho forçado africano / Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto . - Lisboa : Campo das Letras, 2006. - 576 p. ; 14x21 cm. - (Estudos Africanos)
O trabalho africano foi decisivo na construção do mundo moderno. Antes de mais, através da exportação de escravos para a América, onde cerca de dez milhões de migrantes involuntários transformaram um continente quase despovoado na periferia mais rica das redes europeias de poder e comércio. Estas sociedades escravocratas da América não juntaram apenas um Novo Mundo aos interesses europeus - foi através delas que se instalou o próprio modo capitalista de produzir. Deste modo, é fácil compreender a importância que desde há décadas o estudo do tráfico de escravos suscita no mundo académico, com incidência especial nas escolas norte-americanas e da América do Sul. Mas, se a escravatura africana teve esse peso histórico tão grande e foi abolida em meados do século XIX, o que aconteceu em seguida a um sistema que já então tinha tomado uma dimensão planetária? Como se alterou a divisão mundial do trabalho entretanto instituída? De que forma nela participaram as regiões africanas, agora obrigatoriamente reconvertidas? Em que consistiram os sistemas coloniais europeus em África e o que tiveram em comum? A época do trabalho africano juridicamente livre mas enquadrada pelas administrações europeias tem neste momento muito mais perguntas do que respostas. É para observar o continuum histórico do trabalho africano na época moderna, única forma de o perspectivarmos historicamente e, ao mesmo tempo, para tentar clarificar conceitos que um conjunto de investigadores se vem reunindo periodicamente. Um balanço sobre o estado das pesquisas relativamente ao "trabalho forçado" é agora aqui apresentado.


  CENTRO DE ESTUDOS AFRICANOS DA UNIVERSIDADE DO POR [...]   CDU 3

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