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Títulos por editor: Antígona
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1 Lynx  -  WAGNER, Richard
A obra de arte do futuro / Richard Wagner . - Lisboa : Antígona, 2003. - 267 p.
Em A Obra de Arte do Futuro, música e poesia são antes de mais €àe lado a lado com a dança €àexpressão do corpo, de um corpo total, não especializado, não desarticulado. Com esta concepção do corpo radicalmente determinada pela ideia de performatividade, Wagner procede a uma sensível deslocação da tradicional correlação entre os sentidos e as artes, e, consequentemente, do desenho e da compreensão do sistema das artes. Richard Wagner deseja criar um modelo ideal das artes, que é ao mesmo tempo um modelo ideal de compreensão do homem, uma unidade em que o indivíduo e a sociedade se encontram na força do impulso artístico, da pulsão a um tempo destrutiva e criativa. O futuro será então a supressão da individualidade, e, juntamente com esta, a supressão do tempo, a «reabsorção» do tempo na obra de arte.


  RICHARD WAGNER   WAGNER, RICHARD   CDU 82
2 Lynx  -  ORWELL, George
O caminho para Wigan Pier / George Orwell, trad. de Ana Barradas . - Lisboa : Antígona, 2003. - 277 p.
A caminho de Wigan Pier, George Orwell infiltra-se, como a água da chuva e o frio por entre as brechas das casas degradadas, na vida das comunidades de mineiros do Lancanshire, descendo com estes homens infaustos e desesperançados às minas e às catacumbas da existência humana. Orwell assume assim a sua origem nobre, não por ser essa a sua condição social e a origem da sua educação, mas porque conseguiu, sob a negregura da pele alheia, encontrar-se a si mesmo, o que afinal também se verifica a seguir, quando aborda a embaraçosa questão da elevada taxa de desemprego e as conse-quentes miserandas condições de vida. A partir daí, e já na segunda parte do livro, como uma consequência natural da experiência anterior, uma luz depois de um longo e escuro corredor subterrâneo, Orwell avança com as suas ideias, ou ideais, sobre o socialismo, sobre a forma crítica como este poderia ser aplicado e subsidiar a construção de outro mundo, longe do futuro previsto em Mil Novecentos e Oitenta e Quatro.


  ANA BARRADAS   BARRADAS, ANA   GEORGE ORWELL   ORWELL, GEORGE   CDU 82-3
3 Lynx  -  JACOB, Heinrich Eduard
Seis mil anos de pão / Heinrich Eduard Jacob, trad. de José M. Justo . - Lisboa : Antígona, 2003. - 587 p.
O pão está ligado à civilização ocidental há seis mil anos ?àdesde os Egípcios, que o inventaram ?ì embora a epopeia dos cereais busque alimento na humanidade há quase quinze mil anos. A história do pão assenta fundamentalmente no trigo e no centeio. O pão, no sentido técnico da palavra, é uma descoberta química ?àuma prodigiosa e extraordinária descoberta química do homem. Porque o pão, que faz viver o homem, só pode sobreviver pela mão do homem. Este livro compõe um impressionante retrato das mutações tecnológicas e culturais, políticas, sociais, económicas e psicológicas, onde o pão entrou enquanto personagem e autor vivo da história.


  HEINRICH EDUARD JACOB   JACOB, HEINRICH EDUARD   JOSE M. JUSTO   JUSTO, JOSE M.   CDU 93
4 Lynx  -  PORTELA, Manuel
O comércio da literatura / Manuel Portela . - Lisboa : Antígona, 2003. - 462 p.
A Antígona acaba de publicar O Comércio da Literatura, um estudo sobre a formação do mercado literário moderno. Através do mercado londrino nos séculos XVII e XVIII, Manuel Portela descreve um dos capítulos mais importantes na história da sociedade das mercadorias. O crescimento económico do teatro, do periódico e do romance permitiu um nível de consumo capaz de transformar a escrita numa forma de propriedade e de capital. A regulação comercial e jurídica desta forma de propriedade foi essencial para a conceptualização do autor como proprietário e para a consequente profissionalização de autores e autoras. O Comércio da Literatura trata de forma integrada as práticas comerciais do sector e os discursos que as representam. São analisadas múltiplas figurações das práticas e dos agentes do comércio das letras, que encenam os dilemas gerados pela necessidade de conciliar a escrita e o dinheiro. A criação de um mercado das letras participou na constituição da esfera pública burguesa e na legitimação do primado das relações de troca na ordem política moderna. Estetização e comercialização da literatura parecem constituir as duas faces da mesma moeda.


  MANUEL PORTELA   PORTELA, MANUEL   CDU 93
5 Lynx  -  FRANCE, Anatole
Thaïs / Anatole France . - Lisboa : Antígona, 2003. - 225 p.
Historicamente, a acção de Thaïs decorre na altura em que o cristanianismo foi poupado à perseguição e à clandestinidade pelo decreto de Constantino. É um livro intenso, admirável, não só pela elegância da escrita de Anatole France, como ainda pela tensão emocional e pelas pulsões várias que regista no seio de uma sociedade decadente, que assiste ao advento de uma religião que marcará indelevelmente o devir histórico.


  ANATOLE FRANCE   FRANCE, ANATOLE   CDU 82-3
6 Lynx  -  MORRIS, William
Artes menores / William Morris, trad. de Isabel Donas Botto . - Lisboa : Antígona, 2003. - 236 p.
As palestras e artigos coligidos em As Artes Menores e outros ensaios foram originalmente apresentados ou publicados entre 1877 e 1894. No seu conjunto, estes textos oferecem ao leitor uma amostra da profunda relação entre as ideias políticas e estéticas de William Morris. Com efeito, esta ligação entre o prazer na criação e a organização da vida quotidiana constitui um dos motivos centrais do seu pensamento e da sua prática artística. Observador atento das condições de existência impostas pelo avanço do capitalismo industrial nas cidades inglesas, Morris criticou uma ordem económica fundada no trabalho duplamente alienado: alienado da sua utilidade social pelo circuito auto-referencial do capital e alienado do prazer humano em moldar a matéria para produzir beleza. Expropriados da sua própria vida pelo novo modo de produção, restava aos seres humanos reavê-la depois sob a forma de mercadorias adulteradas ? um processo que a sociedade de consumo não deixou de aperfeiçoar, desde então, a cada ganho de produtividade. A persistência das contradições e problemas diagnosticados por Morris, designadamente o avanço na destruição dos ecossistemas e na mercantilização de cada instante da existência, permite-nos entender melhor a sua defesa da arte como prática social capaz de libertar o trabalho.


  BOTTO, ISABEL DONAS   ISABEL DONAS BOTTO   MORRIS, WILLIAM   WILLIAM MORRIS   CDU 82-4
7 Lynx  -  CRANE, Stephen
O monstro e outros contos / Stephen Crane, trad. de David Furtado . - Lisboa : Antígona, 2003. - 162 p.


  CRANE, STEPHEN   DAVID FURTADO   FURTADO, DAVID   STEPHEN CRANE   CDU 82-3
8 Lynx  -  KRAUS, Karl
Os últimos dias da humanidade / Karl Kraus, trad. de António Sousa Ribeiro . - Lisboa : Antígona, 2003. - 451 p.
Ninguém levou tão longe a representação do mal absoluto da guerra. Kraus procurou captar o teatro de guerra como fantasmagoria tecnológica e discursiva. Montagem verbal e montagem cénica desenvolvem-se segundo uma lógica recursiva e centrífuga, capaz de dar ao horror dos actos e das palavras um alcance social panorâmico. A intensidade do pathos satírico e a multiplicação dos quadros dramáticos permitiu-lhe construir uma estética da mais alta indignação. Para o estado de apocalipse a que a humanidade se condenara nem o testemunho do poeta era já possível. Notícias impressas, oratória militar, pregões, cenas de rua, dos corredores do poder e das frentes de batalha alternam num processo de montagem, cuja natureza documental só acentua a miséria da linguagem. Os últimos dias da humanidade mostra de que forma as condições de inteligibilidade do presente produzidas pela imprensa fazem, de facto, parte da ordem da morte que alegadamente descrevem. Ao tornar visível essa ignóbil função de tornar invisível o sofrimento dos seres humanos, Kraus encena o moderno mercado da violência que tornou a humanidade cúmplice do seu próprio extermínio.


  ANTONIO SOUSA RIBEIRO   KARL KRAUS   KRAUS, KARL   RIBEIRO, ANTONIO SOUSA   CDU 82-3
9 Lynx  -  GRUPO KRISIS
Manifesto contra o trabalho / Grupo Krisis, trad. de José Paulo Vaz . - Lisboa : Antígona, 2003. - 106 p
Publicado em Junho de 1999, na Alemanha, e já traduzido em sete línguas, o Manifesto contra o Trabalho analisa profundamente a sociedade do trabalho, na actual crise do capitalismo mundial. A crítica do trabalho é uma declaração de guerra contra a ordem dominante. Para o Grupo Krisis, a ditadura do trabalho cinde o indivíduo humano, separa o sujeito económico do cidadão, num contexto social em que um poder estranho subjuga os homens e as mulheres do nosso tempo. O trabalho deveria constituir, na realidade, uma actividade criadora, superando o sacrifício e a alienação a ele subjacentes.


  GRUPO KRISIS   JOSE PAULO VAZ   VAZ, JOSE PAULO   CDU 33
10 Lynx  -  VANEIGEM, Raoul
Declaração universal dos direitos do ser humano / Raoul Vaneigem, trad. de Luís Leitão . - Lisboa : Antígona, 2003. - 226 p
Os direitos do ser humano inscrevem-se numa dialéctica de vida em ruptura com a dialéctica de morte que prevaleceu até aos nossos dias. No momento em que o velho mundo parece chegar ao fim, cabe-nos eliminar os mecanismos que durante tanto tempo nos habituaram ao infortúnio, é nosso dever criar as condições de uma verdadeira felicidade humana, para a qual nascemos. É sobre tão vasta problemática que Raoul Vaneigem se exprime neste livro, lançando as bases dum estilo de vida em completa ruptura com uma organização social que tem economizado o homem, condenando-o à violência, ao aborrecimento e ao absurdo duma existência precária.


  LEITAO, LUIS   LUIS LEITAO   RAOUL VANEIGEM   VANEIGEM, RAOUL   CDU 342.7
11 Lynx  -  CHOMSKY, Noam
Iraque : assalto ao Médio Oriente / Noam Chomsky, trad. de Ana Barradas . - Lisboa : Antígona, 2003. - 200 p
Há razões de fundo que vêm de longe e são bem conhecidas: o Iraque tem as segundas maiores reservas de petróleo no mundo. Mais cedo ou mais tarde, os Estados Unidos tentariam conquistar essas reservas através dum assalto bem planeado ao Iraque e, ao mesmo tempo, controlar, a partir daí, todo o Médio Oriente. Às vésperas da agressão ao Iraque, a Antígona dá a conhecer ao leitor português, nesta selecção de entrevistas e conferências, as críticas e reflexões de Chomsky acerca da política que os EUA impõem a todo o mundo, actuando unilateralmente por se considerarem acima de qualquer autoridade.


  ANA BARRADAS   BARRADAS, ANA   CHOMSKY, NOAM   NOAM CHOMSKY   CDU 32
12 Lynx  -  MESLIER, Jean
Memória / Jean Meslier, trad. de Luís Leitão . - Lisboa : Antígona, 2003. - 147 p
Jean Meslier (1664-1729), padre sem Deus, dedicou-se durante toda a vida a um ritual para ele desprovido de sentido: dirigir as suas orações a um céu vazio, pronunciar palavras sem qualquer conteúdo, rezar uma missa de pura convenção ou administrar sacramentos como se não passassem de macaquices... De regresso a casa, no seu presbitério rodeado de bosques e campos lavrados, todas as noites redigia, à luz da vela, um requisitório contra a ordem «detestável» cuja destruição desejava com todas as suas forças. A Antígona vem dar a conhecer ao leitor português, pela primeira vez, excertos desse requisitório-testamento, certa de que tão surpreendente texto contribuirá para a crítica da mentira instituída.


  JEAN MESLIER   LEITAO, LUIS   LUIS LEITAO   MESLIER, JEAN   CDU 82-94

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